Primeiramente logo de inicio, venho pedir a todos os leitores do meu blog minhas humildes e singelas desculpas por me ausentar por tanto tempo. Espero que compreendam, e que não pare de ler meu blog.
Desde já agradecido.
(...) além do mais feridas antigas só para de latejar quando a cicatriz remota se fecha literalmente.
Me encontro naquele lugarejo, que era os marcos dos nossos encontros. Sim... estava diante do pequeno colmado, no qual me repugnava sempre que estava lá. Não era do seu conhecimento tal repugnação, pois quando estava entrelaçado em teus braços calorosos, tais sensações se extinguiam de uma maneira nevitável.
Qual motivo para me encontra ali, era de um intuito desconhecido e muito desconfortavél para minha mente. Me sentia num estado de perturbação comigo mesmo. Era como se eu precisava encontrar de qualquer maneira e circunstância minha salvação. Era óbvio que tudo ainda estava vivo dentro do meu ser, era inevitável como aquela lareira que você acendeu no meu frágil coração estava acesa do mesmo modo em que deixou. E com isso tenho ódio de tal por não ter apago. A desidratação do meu corpo não é nada mais e nada menos do que lágrimas exdrunxada e estampada em meu rosto, de madrugadas frias passada na sacada com uma caneca de café requentado, uma coberta envelhecida na qual foi feita pela minha amável avó e um cigarro no qual fumava constantemente. Sentia que meus pulmões já não suportavam tanta nicotina.
Olhava para aquele imensidão de céu, e ficava imaginado, cogitando e relembrando tudo que se encontrava sua imagem nítida no meu passado ( em minha vida).Como aquela dor era avassaladora, a vontade que eu sentia era de arrancar meu coração, com a minha alma com minhas próprias mãos... pois tal dor estava demais para mim. O sol se punha, e eu me via debruçado numa cadeira de madeira muito desconfortável na qual me encontrava. Já tinha virado rotina toda aquela situação. E sempre meu desejo de cada novo amanhecer, era te ter comigo novamente. Num pra sempre em que criei onde o fim se prolongava cada vez mais.
Desde já agradecido.
(...) além do mais feridas antigas só para de latejar quando a cicatriz remota se fecha literalmente.
Me encontro naquele lugarejo, que era os marcos dos nossos encontros. Sim... estava diante do pequeno colmado, no qual me repugnava sempre que estava lá. Não era do seu conhecimento tal repugnação, pois quando estava entrelaçado em teus braços calorosos, tais sensações se extinguiam de uma maneira nevitável.
Qual motivo para me encontra ali, era de um intuito desconhecido e muito desconfortavél para minha mente. Me sentia num estado de perturbação comigo mesmo. Era como se eu precisava encontrar de qualquer maneira e circunstância minha salvação. Era óbvio que tudo ainda estava vivo dentro do meu ser, era inevitável como aquela lareira que você acendeu no meu frágil coração estava acesa do mesmo modo em que deixou. E com isso tenho ódio de tal por não ter apago. A desidratação do meu corpo não é nada mais e nada menos do que lágrimas exdrunxada e estampada em meu rosto, de madrugadas frias passada na sacada com uma caneca de café requentado, uma coberta envelhecida na qual foi feita pela minha amável avó e um cigarro no qual fumava constantemente. Sentia que meus pulmões já não suportavam tanta nicotina.
Olhava para aquele imensidão de céu, e ficava imaginado, cogitando e relembrando tudo que se encontrava sua imagem nítida no meu passado ( em minha vida).Como aquela dor era avassaladora, a vontade que eu sentia era de arrancar meu coração, com a minha alma com minhas próprias mãos... pois tal dor estava demais para mim. O sol se punha, e eu me via debruçado numa cadeira de madeira muito desconfortável na qual me encontrava. Já tinha virado rotina toda aquela situação. E sempre meu desejo de cada novo amanhecer, era te ter comigo novamente. Num pra sempre em que criei onde o fim se prolongava cada vez mais.







